Me desculpem pelo palavriado, se é que devo desculpas por utilizar-me da linguagem para expressar idéias e sentimentos.

Pelo título, parece até grosseria falar assim com quem me chamasse de calvo. E é!
Porém perto do trecho abaixo, soa melhor do que qualquer elogio:

2 Reis 2:
22 Ficaram, pois, sãs aquelas águas, até ao dia de hoje, conforme a palavra que Eliseu tinha falado.
23 Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; sobe, calvo!
24 E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou no nome do SENHOR; então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos.

Pobre criancinhas, que lição este servo de deus[bb] quis dar às criancinhas amaldiçoando-as, fazendo com que seu deus, um ancião amoroso (!), despedaçasse-as?

Talvez ele fosse traumatizado com sua calvice e não conseguia aceitar uma questão de aparência que a natureza lhe deu.

Nos deixaria menos indignado e resolveria melhor o problema dele se tivesse consultado um psicólogo ou pedido uma peruca definitiva a deus.

Melhor é não brincar com a calvisse dos outros. E fiquem tranquilos, não amaldiçoarei quem zombar de minha calvice.