Meus textos não têm a pretensão de ser uma análise minuciosa e crítica em relação a algum assunto de uma forma geral que funcione pra todos. Por padrão, tudo que eu disser é a forma como EU interpreto o mundo e as situações. Não busco estar descrevendo algo como se fosse a interpretação de todos ou como se fosse a verdade.

Trechos como “parece que”, poderá ser deixado de lado em vários momentos, senão todos, pois tudo que eu digo é como as coisas parecem pra mim, é como eu acho. Não há necessidade de falar isto a todo momento, assim como não há como eu definir conceitos absolutos e julgar absolutamente, nem é meu propósito.
Então, em vez de dizer “as pessoas parecem que estão alegres”, posso me sentir livre em dizer “as pessoas estão alegres”. Isto, de fato, pode ser uma conclusão equivocada, mas intrinsecamente, ainda mais com esta minha explicação, saibam que é apenas como EU estou visualizando o caso, como parece pra mim.

Sendo assim, admitindo que muitas conclusões e percepções podem ir de encontro ao entendimento dos outros, nem precisaria dizer, mas é bom lembrar, que as coisas que digo são ‘relativas’ ao meu modo de pensar e de concluir.

Também, generalizando ou não, nunca terei a pretensão de criticar ou elogiar TODAS as pessoas de forma igual. Para simplificarmos acabamos concluindo sobre as pessoas que nos cercam ou temos conhecimento, às vezes nem querendo levar em conta as outras, já que com certeza haverá pessoas que não se enquadram em determinados aspectos. Seria idiotice tentar generalizar sem pensar em excessões. Conheço apenas uma pequeníssima parte das pessoas e do mundo, então coisas que pra mim parece ser ‘a maioria’, ‘grande parte’ ou ‘todas’, são o total do meu universo apenas. Tenho ciência disto e não precisam perder tempo em ficar zangados tentando explicar que eu tirei uma conclusão errada. Sempre há excessões, sempre há alguém que não conhecemos.