Às sete e vinte da manhã estava eu no ponto de ônibus. Por volta de 08:05h estava no serviço. Nada pra fazer. Meio dia o expediente encerra. Volto eu pra casa sem nada feito.

E não é de sacanagem, acreditem. Dependo de outras pessoas e de outras informações no que estou envolvido.

Pra mim, trabalhar nesta véspera, foi pura fantasia, em nenhum momento idealizada por mim. Uma ficção necessária para cumprir um dever de empregado que precisa bater o bendito ponto.