Hora-extra
cotidiano, vida Quinta-feira, 17/Janeiro/2008
É uma obrigação do profissional fazer horas-bestas. Um costume.
Pobre Leandro, um trabalhador que tem o defeito de chegar e sair na hora contratada, não sabe que é um profissinal que dá mau exemplo.
Onde já se viu? Só trabalhar o combinado!?
Só que o Robson exige que se bata o ponto todo dia pra controlar se o empregado chega 1 minuto mais tarde e não admite que se trabalhe menos do que 8 horas diárias.
E, em sua mente empresarial, pergunta ao Leandro:
Vai pra casa fazer o quê? Ficar com a esposa? Com os filhos? Sair por lazer? Balada? Amigos?
Saia desta vida Leandro, você precisa se doar mais pela vida profissional. Viva para o trabalho! O resto é secundário. Ouça este conselho de um cara bem sucedido na vida.
Que merda de pensamento capitalista robotizante. Que sucesso de vida mais deprimente.
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