E se descobrisse que deus existe…

divindades 1 comentário »

Renato, e se você descobrisse que deus[bb] existe?

Como eu poderia descobrir isto?
Sentindo uma leve brisa tocar meu rosto?
Ouvindo alguém sussurrar meu nome à noite?
Sonhando que o mundo está acabando?

Qual é o sinal?

Mas, deixando estas perguntas de lado e entrando no mundo da fantasia, sinceramente, não sei o que mudaria em minha vida.

Caso ele oferecesse algo que fosse bom pra mim, acharia legal.
Se fosse um cara gente boa, poderíamos ser amigos.
Se pedisse algo em troca por oferecer alguma coisa, seria necessário medir o custo x benefício.
Se fosse mal, evitaria-o.

Música gospel

religião, vida 1 comentário »

Alguns podem ficar sem entender como ainda ouço músicas ‘gospel’ de vez em quando. Não é comum, mas pode acontecer.

Tem louvores que me agradam. Não falo quanto à letra de adoração divinal, mas à composição melódica, a música.  Nada de errado, nada de contraditório. Não ouço com a mesma intenção de um cristão.

É fácil entender. Será que as pessoas ouvem outros tipos de músicas crendo e fazendo questão que a letra seja uma história real?

Assistem filmes achando que tudo aquilo é verdade? Ou será que fazem por sentir algum prazer?

Tem música estrangeira que não entendo uma palavra sequer, mas que me faz bem.

A música pode ser espírita, católica, celta, romana, ou ter qualquer outro rótulo, se me agradar, pouco me importa as intenções ou raízes.

A vida é minha

cotidiano 3 comentários »

Há alguns dias atrás, quando eu dirigia com o som ligado, tocou uma música que, ao ouvir, minha esposa me dirige o seguinte comentário: Esta música tem a ver com você.

Lá vai:

A Vida É Minha (Eu Faço o Que Eu Quiser)
Capital Inicial
Composição: Dinho Ouro-Preto / Alvin L.

Faça isso
Faça aquilo,
Perca peso
Tenha estilo,

Compre esse
Prove aquele,
Siga a moda
Vote nele,

Não ponha palavras na minha cabeça
Pare de falar antes que eu enlouqueça
Não quero dar explicações
Não vou mudar, não importa o que aconteça

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser…

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser…

Cante essa
Tenha medo
Fume outro
Acorde cedo

Tenha modos
Fique mudo
Ame o mesmo
Odeie tudo

Querem que eu cale e obedeça
E depois de tudo ainda agradeça
Ser só alguém dizendo sim
Não vou mudar, não importa o que aconteça

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser …

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser …

Não ponha palavras na minha cabeça
Pare de falar antes que eu enlouqueça
Não quero dar explicações
Não vou mudar, não importa o que aconteça

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser …

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser …

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser …

A vida é minha,
eu faço o que eu quiser …

Exame demissional

cotidiano 7 comentários »

Lá fui eu fazer exame demissional na quinta-feira (27/03/2008).

Passado uns 15 minutos aguardando no local, a recepcionista me diz para subir e ir ao consultório 01.
Subi e fui entrando no tal consultório. O médico, um senhor, foi pegando os papéis que estavam em minhas mãos e logo após pegou o instrumento para medir a pressão e outro para ouvir o peito. Pressão Ok. Imagino eu, já que não me falou nada. Em seguida, foi ouvir meu peito. Respirei umas duas vezes e pronto.

Pegou os papéis novamente, assinou, e foi marcando um monte de “X”. Uns 10. Curioso, tentei dar uma olhada. Pelo que entendi, eram tipos de exames que eu teria realizado e que deram OK. Tinha “oftalmo”. “pele” e vários outros. Que cômico! O médico nem olhou na minha cara direito. Não me perguntou nada. Seu olhar clínico deve ser tão apurado e avançado tecnologicamente que me avaliou por inteiro e concluiu que estava tudo ótimo em uma consulta de menos de 2 minutos. Fui embora sem entender o motivo de fazer este exame. Deviam assinar os papéis sem precisar que o funcionário perdesse o tempo de ir lá.

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