Calor
cotidiano Segunda-feira, 12/Maio/2008
Caminho bem concentrado e tento ser o mais objetivo possível quando vou à parte de churrasco em alguns self-services. Normalmente já está formada aquela fila de pessoas. Só de ver os churrasqueiros todos suados, a fumaça e prever o calor infernal que deve estar lá perto, quase desisto.
Quando a atividade é feita sob calor ou provoque calor mas é algo temporário e de acordo com nosso planejamento, por exemplo, ir à praia e à academia, tudo bem, mas senão não tenho mais saco.
Até para a praia evito ir. Ficar na areia fervendo, com um sol escaldante em cima, não é bem pra mim. Lá, até gosto de ir quando está um sol ameno, e curto bater papo, ficar um pouco na água e até jogar bola, mas não é sempre que ele, o sol, colabora. Talvez seja melhor ficar nos quiosques comendo petiscos e apreciando a paisagem, ou quem sabe, ficar em casa com o ventilador de teto ou ar-condicionado ligado assistindo a um filme.
Em meu apartamento, onde bate sol da manhã e sol da tarde, está ficando difícil de permanecer durante o dia, quando o sol resolve rachar nossas cucas. Antes, quando estava trabalhando, ficava em escritório com ar-condicionado, agora, parado, fico em casa, suando, esperando chegar o fim da tarde.
O sol é essencial e proporciona belas imagens, sem dúvida. As paisagens ficam paradisíacas. O clima quente parece deixar as coisas mais alegres. Mas tudo tem um limite. Se desse pra escolher a temperatura que queríamos e a hora que desejaríamos, seria excelente, mas não é assim. Ele, imponente, esquenta a chapa e a gente que se vire.
Pera lá meu irmão!
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