Não espere nada de ninguém além de si mesmo

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Eu lhe falo de novo de minha admiração pela frase de Shakyamuni: “Não espere nada de ninguém além de si mesmo”.
Reencontro um sentimento que me impressionou muito, há uns 15 anos, quando estudava uma peça que se chamava La conférence des oiseaux, inspirada em um poema persa de Fraid-oddin Attar e dirigida por Peter Brook. Cansados de sua existência medíocre e inútil, alguns pássaros se lançam à procura de seu rei mítico, chamado Simorgh.

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Sobre o Pseudo-ceticismo

Texto de terceiros

Ao longo dos anos, tenho condenado o mau uso do termo “cético” quando usado para se referir a todos os críticos de alegações sobre anomalias. Infelizmente o termo tem sido abusado desta forma tanto por proponentes quanto por críticos do paranormal. Às vezes os usuários do termo distinguem entre os assim chamados céticos “leves” [soft] contra os céticos “duros” [hard], e eu reavivei em parte o termo “zetético” por causa deste mau uso. Mas agora penso que os problemas criados vão além de mera terminologia e a situação precisa ser passada a limpo. Uma vez que “ceticismo” corretamente se refere à dúvida em lugar da negação — não-crença em lugar de crença — críticos que tomam a posição negativa em lugar da agnóstica, mas ainda se chamam “céticos”, são de fato pseudo-céticos e têm, creio eu, ganhado uma falsa vantagem usurpando esse rótulo. Continuar a Ler »

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